Ele construiu a advocacia digital no Brasil quando quase ninguém acreditava nela
Havia um consenso confortável: advogado não se comunica, advogado espera ser procurado. Quem falava de internet, de conteúdo, de tecnologia dentro da profissão era tratado como intruso — quando não como problema ético.
Pedro enfrentou esse consenso de frente. Convenceu, um a um, centenas de advogados de que era possível — que informar o cidadão sobre os seus direitos não é mercantilizar a profissão, é cumprir a função social dela. Ensinou, provou com resultado, insistiu quando era mais fácil desistir e sustentou a discussão diante do pensamento conservador da advocacia tradicional até que ela deixasse de ser marginal.
O que hoje parece óbvio no mercado jurídico brasileiro — escritórios que produzem conteúdo, que usam tecnologia, que alcançam quem antes não alcançava ninguém — foi, por muitos anos, uma tese impopular defendida por gente como ele. Este Instituto existe para continuar essa disputa e ampliá-la.